sábado, 18 de setembro de 2010
You will never know I wrote this about you
Would It be better than yestarday?
Your conscience could belong to me
And we would be one like we can be
Sure, the time is up and you're living your life
I'll fight and pretend we are alright
But at night I can't stand the lie,
'cause it's not on my arms that you feel fine
I would like to know the space that I take on your mind
Is it enough for you to care if I'm alright?
Care about the useless time I spend thinking about you
And how I wish I could start dreaming with her
Instead, I sit here wondering if it is true
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Um ano de blog (mais coisa menos coisa)
Este blog era suposto ser uma compilação de factos engraçados e situações que ocorressem na minha vida, como se pode verificar em alguns dos posts, mas não demorou muito tempo a perceber me que não tinha uma vida interessante o suficiente (ou nada interessante para ser preciso) para preencher um blog e por isso usei-o também para publicar alguns textos meus ou mesmo musica e assuntos do meu interesse. O suficiente para entreter os moderadores da Google que cuidam do Blogspot.
Não tendo muito mais para dizer e, apesar de ser irrelevante, queria também agradecer as poucas pessoas que leram os posts e que fazem com que escrever aqui em vez de anotar isto numa folha do Word sirva para alguma coisa. Quero agradecer ainda mais a quem perdeu tempo a deixar alguns, ou muitos, comentários que de certeza que arranjava uma forma mais produtiva de gastar o seu tempo.
Obrigado e um beijinho.
Ps Peço imensa desculpa pela ausência de alguns acentos mas o anormal do meu pc não mos esta a deixar por.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Review Man Overboard
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Myspace: Um velho amigo
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Encontro no metro (repost)
O ar fresco da manha penetrava pelas janelas. O mês de Dezembro fazia-se sentir com todo o seu esplendor e a neve tornara a cidade branca e gélida.
Ryan estava pronto para sair de casa, como era habito àquela hora. Com a mala já posta encaminhou-se até a sala. Pegou nas chaves que descansavam na mesa da sala, junto aos seus comprimidos, desde a noite passada.
Desceu as escadas do prédio rapidamente e enfrentou o frio da cidade. O caminho da sua casa até ao metro era curto e Ryan percorreu-o num ápice. Chegado ao metro ele sentou-se no banco mais próximo da saída pretendida e esperou.
Esperou.
Esperou.
Até que a viu.
Do outro lado da estação tinha acabado de entrar a rapariga mais bonita que Ryan alguma vez tinha visto na sua vida. Os seus olhos azuis percorreram a estação e durante breves segundos cruzaram-se com os dele. O seu cabelo louro esvoaçou ao sabor da ligeira brisa que percorria a estação. Era impossivel não reparar nela, não ficar inebriado pela sua beleza. Ryan foi só mais uma vitima.
Um barulho surgiu ao longe. O metro estava a chegar. Ryan acordou do seu transe induzido pela rapariga loura. Antes de entrar no metro olhou para o relógio.
Eram nove horas da manha.
O dia passou lentamente. O trabalho de Ryan como estagiário numa pequena firma de advogados nunca era particularmente interessante mas naquele dia frio de Dezembro todas as tarefas que ele executava pareciam ainda mais aborrecidas do que o habitual. Ryan passou o dia a tirar fotocópias, a entregar requerimentos, a pesquisar casos, a servir cafés. E a pensar nela. Sempre nela.
A rapariga loura do metro não saia da cabeça do estagiário. O seu aspecto, as seus movimentos e o seu longo vestido vermelho eram constantes na cabeça de Ryan. Estes pensamentos distraiam o do seu trabalho mas ele não conseguia parar. Aquela rapariga tinha-o marcado de uma maneira rápida e profunda.
-Isto hoje não esta a dar. - o chefe dos advogados olhava para o estagiário de uma maneira hostil e nada satisfeita – Não estas a fazer aqui nada, vai para casa.
Ryan olhou para o chefe. O homem de meia idade continuava a olhar para ele com um ar furibundo. A careca do homem reluzia com a exposição ás luzes do escritório. O estagiário não quis discutir. Não valia a pena. Alem disso o chefe tinha razão. Não valia a pena.
A partir do primeiro encontro, do primeiro momento, os dias de Ryan sucederam-se todos da mesma maneira. Todos os dias ele estava no metro às nove horas. Todos os dias ele vi-a a do outro lado da estação e todos os dias, por breves momentos, os seus olhares encontravam-se e Ryan sentia (mesmo que durante apenas um segundo) que fazia parte do mundo da rapariga loura. Sentia que ele e ela podiam ser um só. E durante esse segundo ela reconhecia-o, os seus universos cruzavam-se e ela tornava-se momentaneamente acessível.
Durante o resto do dia aquele momento não lhe saia da cabeça. A cada dia que passava, a cada instante, a sua concentração diminuía e a sua mente vagueava pelo azul dos seus olhos.
O seu corpo movia-se ,inerte, pelo tempo e espaço sem uma reacção aparente. No trabalho fazia o mínimo, falava o mínimo e pensava o mínimo. Só pensava nela.
Em casa fazia ainda menos. Passava tardes e noites a olhar para as paredes. A conjurar cenários na sua cabeça. Cenários onde estava com ela, onde lhe podia tocar, beijar e onde ela o reconhecia como parte integrante do seu ser.
Os dias passavam. Iguais. Imutáveis.
Até que um dia tudo terminou.
Ryan estava no metro, nove horas como sempre. Mas desta vez foi diferente. Quando os olhos dele percorreram a outra extremidade do metro, à procura da rapariga loura, não encontraram nada. Um vazio preenchia a estação.
O momento em que Ryan se apercebeu que ela não estava lá foi doloroso. Ele sentiu o seu coração parar por momentos. Sem saber como o estagiário apercebeu-se que ela nunca mais ia voltar, que nunca mais a ia ver. Percebeu-se que nunca ia voltar a encontrar os seus olhos azuis, os seus cabelos dourados.Uma lágrima percorreu-lhe o rosto. Um barulho ouviu-se ao longe. O metro estava a chegar.
Fechou os olhos,
Respirou fundo,
E deu um passo em frente.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Nintendo 3DS

Rejubilem mortais! O futuro chegou!!